Brincadeira ativa melhora até memória e atenção das crianças!!!

A prática regular de atividade física e brincadeiras ativas é essencial para o crescimento e desenvolvimento físico e cognitivo da criança. As atividades recreativas de rua, como amarelinha, pique-pega, queimada, dentre outras, muito comuns há algumas décadas atrás, estão perdendo espaço para atividades sedentárias como televisão e jogos de computador. Menos crianças brincando nas ruas ou condomínios e dedicam tempo excessivo a atividades sedentárias – muitas vezes à custa de tempo e oportunidades para a atividade física e esportes. Assim, não é surpreendente que a prevalência de doenças entre as crianças, que podem ser evitadas ou amenizadas pela atividade física, está aumentando.


Na Universidade Católica de Brasília foi realizado um estudo para analisar os benefícios das brincadeiras de rua para as crianças e as compararam com televisão e vídeo game ativo (dance dance revolution – DDR). Após as brincadeiras de rua a pressão arterial baixou mais do que estava antes das brincadeiras.
O gasto calórico foi bem superior nas brincadeiras de rua do que no vídeo game DDR e na televisão. Além disso, foram avaliadas repostas cognitivas após as diferentes atividades. O desempenho em um jogo da memória e no teste de atenção, durante uma atividade chamada de Caça letras e números, foi melhor após as brincadeiras mais ativas. Papais e mamães, que tal brincar com os filhos antes deles fazerem o dever da escola?!

Um vida bastante ATIVA e FELIZ a todos!

Por Suliane Rauber

Educadora Física

Mais detalhes em: http://www.adj.org.br/site/noticias_read.asp?id=1278&tipo=7

Imperdível! Não tem palavra que define melhor o grupo de adolescentes!

O último grupo de adolescentes (12-16 anos) aconteceu no dia 10 de setembro na ADJ. O grupo foi iniciado com uma apresentação, já que nem todos se conheciam e depois passamos apara algumas atividades que demandaram interação, reflexão, criatividade.

Na primeira delas as duplas formadas de acordo com a cor do adesivo colado na cadeira (o que até aquele momento ninguém sabia que serviria para alguma coisa), discutiram: 1) o que fazem muito bem, em termos de cuidados com o diabetes; 2) a respeito do que ainda tinham dúvida; e 3) o que tinham dificuldade. Depois de um tempo para discutir, as duplas contaram aos demais os pontos levantados e, vendo que o que era dificuldade ou dúvida de um, era o que o outro fazia bem, trocou-se muita experiência e informação! MUITA MESMO!

Nossa segunda atividade foi bastante desafiadora, cada um da dupla recebeu um cartão com instruções. Enquanto um teve que interpretar uma mãe ou um pai que não queria deixar o filho sair por preocupações diversas, incluindo o diabetes, o outro teve que interpretar o filho, fazendo de tudo para convencer a mãe ou o pai. Depois os papéis foram invertidos, quem era filho virou pai/mãe e quem era mãe/pai virou filho. Foram surpreendetes os argumentos! Alguns conseguiram, cedendo um pouco de cada lado, chegar a um acordo, enquanto em algumas duplas nosso tempo de grupo já estava acabando e nada de se resolver a questão. Depois todos contaram o que sentiram nos dois papéis, as estratégias que usaram, o que deu certo e o que não deu e fizeram uma comparação com o que vivem em casa.

Foi um dia de muita reflexão e aprendizagem, como reflete o depoimento do adolescente Felipe Lobo Guerra:

"Neste dia,eu aprendi um pouco mais sobre a diabetes, como por exemplo o que é bom fazer no dia-a-dia, a importância dos alimentos, e também a contagem de carboidratos, que é essencial para saber quantas unidades de insulina se deve aplicar. E o mais legal desse dia foi fazer o papel de pai ou mãe, ou filho/a. Ensinou a como passar a confiança para os pais e os cuidados que se deve tomar, com bebidas alcoólicas, por exemplo, e sempre levar os aparelhos [glicosímetro] para onde for, né rs.

Bom, valeu equipe ADJ! fica ai um recado de mais um dia de conhecimento sobre diabetes. Abraços."

Agora convidamos a todos para nosso próximo encontro (Grupo de adolescentes entre 12 e 16 anos e pais), que acontecerá no dia 8 de outubro, às 14h, na sede da ADJ. Pode ter certeza que também valerá MUITO a pena!

Abraços e até lá,

Mark Barone

Grupo de Jovens Maiores de 16 anos discute dicas para lidar com estresse

 Esta edição do Grupo, que foi realizada no dia 17 de setembro, contou com a participação da psicóloga Glaucia Margonari que realizou um bate-papo sobre como controlar o stress, a pressão no ambiente de trabalho, além de como lidar com o preconceito e o que fazer em uma entrevista de trabalho.

No início, Glaucia apresentou alguns slides que comentam sobre o posicionamento do Freud com relação à satisfação pessoal e produtiva. Para o teórico, há somente dois aspectos que trazem esses benefícios: amor e trabalho.

Em seguida, Glaucia comentou sobre a identificação das pessoas com as profissões, chegando ao ambiente de trabalho. O stress é um componente da vida moderna e está presente no dia a dia, muitas vezes é um aliado para a conquista dos desafios, mas cronicamente pode causar danos importantes para a saúde física e mental.

O stress é uma resposta do organismo frente a um perigo que prepara o corpo para fugir e para lutar. O Grupo comentou como se sente no trabalho e o que faz para conseguir ter momentos de fuga. Uma delas é por meio da alimentação, com a procura de produtos que tragam mais satisfação.

Em seguida, o bate-papo abordou os aspectos do diabetes, os motivos que elevam a glicemia quando as pessoas estão sob alta pressão. Por isso, procura-se uma dieta saudável, exercícios físicos, técnicas de relaxamento, ouvir músicas, tirar férias, entre outras coisas.

O grupo comentou o que acontece na glicemia e o que pode ser feito. Além disso, a turma abordou também sobre preconceito, desde a época da não aceitação da doença, até a ignorância das pessoas em não saberem sobre o diabetes.  Para fechar, comentamos sobre a importância de comunicar algumas pessoas no ambiente de trabalho sobre a existência do diabetes, mas que há livre-arbítrio das pessoas em citar a condição quando há uma entrevista de trabalho. Pontuamos aspectos positivos e negativos nessa situação.

Finalizamos com o agradecimento da presença e convidamos para o próximo grupo que será no dia 15 de outubro, às 14h, com um bate-papo com a Dra. Lidiani Indiane, a respeito de aspectos emocionais e fisiológicos que alteram o controle da glicemia. 

FlashMob no Metrô Sé! Esperança de Grandes Resultados na ONU!

Hoje a ADJ agitou a manhã dos paulistanos! Mais de 40 associados e amigos estavam às 10h na Estação Sé do Metrô de São Paulo para fazer um FlashMob e chamar a atenção das pessoas em relação ao diabetes. As pessoas foram se juntando e ao som de As Frenéticas dançando. Quem já sabia o motivo, investiu em roupa azul, cor do circulo da IDF que significa "Unidos pelo Diabetes".

A data era especial o suficiente para isso já que amanhã e depois, 19 e 20 de setembro, autoridades do mundo todo se reunirão em assembléia na ONU, em Nova Iorque, para discutir políticas relativas a doenças não transmissíveis, entre elas o diabetes.

Portanto, sabendo que hoje o número de pessoas com diabetes e outras disfunções crônicas e não transmissíveis têm aumentado de forma alarmante no mundo todo, a ADJ se mobilizou a fim de chamar a atenção das autoridades para que se preocupem com políticas de prevenção (o diabetes tipo 2 em muitos casos pode ser prevenido ou ter seu aparecimento adiado) e tratamento (fundamental para que as pessoas afetadas pelo diabetes e outras disfunções tenham qualidade de vida, e também porque o tratamento de complicações do diabetes mal controlado é muito mais caro que a prevenção, educação e controle adequado).

Além disso, alertar a população para que busque mais informação e saiba sobre o risco de desenvolver diabetes ou outras doenças crônicas e tome medidas que melhore a qualidade de vida. Assim, reduzindo as chances de desenvolver uma dessas disfunções, ou controlando adequadamente o diabetes, ou outra disfunção crônica.

Saúde! Que a assembléia da ONU tenha resultados concretos que beneficiem toda a população mundial! 

Assista o vídeo clicando aqui

Outras informações em: Em alerta para diabetes, grupo faz flash mob em SP 

Coordenação do FlashMob:

Claudia Labate (Jovem Líder em Diabetes ADJ)

Juliana Baptista (Nutricionista e Membro do Conselho de Administração da ADJ)

Erácliton Viana (Educador Físico)

Texto e fotos: Mark Barone

Formatura dos Jovens Líderes em Diabetes 2010/2011

 

Em 13 de agosto de 2011, além da abertura do 3º Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes, tivemos a formatura dos participantes do 2º Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes.

 

 

Depois de 1 ano de treinamento, muito aprendizado e crescimento eles chegaram lá! Ultrapassaram com sucesso todos os desafios e exigencias do treinamento e mostraram que estão preparados para liderar, servir de exemplo e fazer a diferença na vida de muitas outras pessoas!

 

 

 

Parabéns! Vocês formandos (agora formados) merecem o título!

 

 

 

Veja as fotos:

 

 

 

Momentos do treinamento (vídeo):

 

 

 

2º Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes 2010-2011 (vídeo)

 

 

Por Mark Barone

Entendendo o diabetes

Diretores da ADJ, Dra. Denise Reis Franco (médica endocrinologista) e Sergio Metzger, participam de programa da Rede TV para explicar sobre o diabetes. Veja abaixo.

 

Link para assistir o programa

Abertura do 3º Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes

No dia 13 de agosto, tivemos a abertura do terceiro Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes, na ADJ! Fizemos uma dinâmica muito legal de apresentação, na qual, após nos separamos em dupla, cada pessoa apresentou, não a si mesmo, mas o seu par. Discutimos também um texto motivacional muito interessante.

 

Durante o encontro, os jovens ali presentes puderam conhecer o curso e sua metodologia. Puderam ter contato, também, com Jovens Líderes formados e uma parte da diretoria da ADJ.

 

O Bruno Pereira nos contou um pouco sobre como o curso mudou sua vida, e como ele pôde ajudar vários diabéticos no Paraguai; o Ronaldo Wieselberg nos contou um pouco sobre o acampamento, do qual os Jovens Líderes em formação participam; a dra. Denise Kaplan nos falou sobre as atividades educativas da ADJ; e a Christiane e o Daniel Polato nos falaram sobre a história da ADJ.

Vimos, também, um vídeo motivacional, enviado pela Claudia Labate – Jovem Líder já formada. O vídeo nos deu alguns momentos de reflexão, antes do nosso coffee break.

 

Após a nossa pausa, o Mark Barone nos apresentou o treinamento propriamente dito, com a metodologia e datas dos próximos encontros. Pudemos conhecer sobre os estágios e informações sobre todas as etapas do treinamento.

Depois dessa explicação, os participantes puderam fazer a inscrição. Esperamos rever os novos Jovens Líderes em treinamento no mês de setembro! Até lá!

Texto de Ronaldo Wieselberg
Fotos de Ana Paula Strauss
Jovens Líderes em Diabetes

Dispositivo que monitora glicose e muito mais…

Um grupo de pesquisadores está desenvolvendo um dispositivo eletrônicos capaz de monitorar frequência cardíaca, níveis de açúcar no sangue, atividade cerebral, contrações musculares e muitas outras aplicações de monitoramento da saúde. “Buscávamos descobrir como fazer uma classe de produtos eletrônicos que fosse macio e curvilíneo, elástico e deformável como a pele”, disse John Rogers, co-autor e professor de ciência dos materiais e engenharia na Universidade de Illinois.

Patch pele

O dispositivo fica na pele como uma tatuagem temporária. Não há nenhum adesivo pegajoso ou pinos envolvidos, em vez disso, a pele eletrônica liga-se a pele do paciente através de forças fracas de atração molecular chamadas de interações van de Waals. A empresa ainda não divulgou nenhum plano comercial, data de lançamento, custos e nem possibilidades de utilzação para consumidores finais.

O patrocínio e financiamento são da Air Force Research Laboratory, National Science Foundation, Departamento de Energia dos EUA, Instituto Beckman para Ciência Avançada e Tecnologia e o Dep. de Defesa de Segurança Nacional de Ciência e Engenharia.

Traduzido e adaptado por Claudia Labate
Jovem Líder em Diabetes

Referências

http://buzzaurus.com/?p=2115

http://updateordie.com/blog/2011/08/15/monitoramentovia-chip-na-sua-pele/

Tenho diabetes, será que meus filhos também terão?

Essa é uma questão bastante recorrente e a inernauta Cris Alves, com sua questão postada no blog.adj.org.br/sobre/, nos incentivou a buscar respostas mais completas.interrogacao

Segundo o Dr. Warram, apesar de ser fato que a predisposição para desenvolver o diabetes pode ser herdada, vários outros fatores são fundamentais para se desenvolver o diabetes. Esses fatores vão desde elementos do ambiente, ainda em estudo, no caso do diabetes do tipo 1, até fatores ligados ao estilo de vida, prática ou não de atividade física e alimentação.

■ Se um pai parente próximo (irmão, irmã, filho ou filha) tem diabetes tipo 1, seu risco de desenvolver diabetes tipo 1 é de 10 a 20 maior que o risco da população em geral. O risco pode ir de 1% para cerca de 10% ou possivelmente mais, dependendo de qual membro da família tem diabetes e quando o diabetes se desenvolveu.

■ Se uma criança em uma família tem diabetes tipo 1, o risco de os irmãos desenvolverem diabetes é de cerca de 10%.

■ O risco de uma criança com pais que têm diabetes tipo 1 é menor se a pessoa que tem diabetes for a mãe, e não o pai. “Se o pai tewm diabetes, o risco é cerca de 1 em 10 (10%) que seu filho irá desenvolver diabetes tipo 1 – o mesmo que o risco de um irmão de uma criança com diabetes,” Dr. Warram diz. Por outro lado, se a mãe tem diabetes tipo 1 e 25 anos de idade ou mais novos quando a criança nasce, o risco é reduzido para 1 em 25 (4%). Se a mãe tem mais de 25 anos de idade, o risco cai para 1 em 100 (1%) – praticamente o mesmo que o americano médio.

■ Se um dos pais desenvolveram diabetes tipo 1, antes dos 11 anos, o risco da sua criança de desenvolver diabetes tipo 1 é um pouco maior, e menor se o pai foi diagnosticado após seu aniversário de 11 anos.

Resumindo, como respondeu o endocrino-pediatra, Dr. Durval Damiani, ao Portal Diabetes, a transmissão genética do diabetes tipo 1 é complexa. Pais com DM 1 têm um risco aumentado de terem filhos com DM1, mas não é um risco muito alto. Já o DM tipo 2 tem uma transmissão genética mais definida e, quando temos gêmeos idênticos, a taxa de concordância entre eles para DM2 é muito alta, chegando a 80%. Portanto, pais com DM 2 têm maior risco de terem filhos que, posteriormente, desenvolverão DM2. Lembramos que o fator obesidade é importante e, se houver obesidade associada a pais diabéticos, aumenta o risco.

Traduzido e adaptado por: Mark Barone
Referências:
Joslin Diabetes Center
Portal do Diabetes
Diabetes nos Filhos

Férias chegando ao fim… hora de relembrar a rotina dos dias agitados de escola ou trabalho

Para muitos essa é a última semana de férias… ainda nem acabaram, e já estão todos com saudades das férias. Já que não tem jeito, o negócio é se preparar para o 2º semestre e lembrar que logo mais chegam as festas de final de ano e férias de verão.

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Antes das férias costumamos falar sobre os cuidados para não esquecer do diabetes. Agora, prestes a começar mais um semestre agitado, também é preciso se organizar para que os controles, doses de insulina e horários de refeição sejam reajustados, evitando, assim, grandes surpresas.

Monitorar a glicemias com testes de glicêmia capilar é sempre importante. Quanto há mudança de rotina e/ou ajuste de dose de insulina então, o número diário de testes deve ser aumentado. Para aqueles que passarão mais tempo sentado do que nas férias, por exemplo, aumentam as chances de hiperglicemia e talvez seja necessário conversar com o médico para ajuste de dose de insulina. Para os que se alimentavam em horário diferente nas férias, será importante se readequar à rotina. E lembre-se de sempre estar com o glicosímetro, a insulina e fontes de glicose, como balas e saches de glicose.

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Boa e saudável volta às aulas e/ou ao trabalho!

Mark Barone

diabetes escola

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Levar o Lanche de Casa Favorece o Controle Glicêmico