Portanto, deixe a preguiça de lado e mexa-se! Escolha uma atividade ou esporte que você goste, matricule-se em uma academia ou comece a caminhar, andar de bicicleta, nadar ou até correr.
Você e outros, como seu treinador, precisarão saber que pode ser necessário que você precise comer algo açucarado antes de praticar esporte, e talvez durante a prática também. Tenha em mente que nenhuma atividade física está proibida para pessoas com diabetes, você só deve tomar mais cuidado. Com um pré-planejamento, experiências aos poucos adquiridas, e um bom diálogo com seu treinador e seu médico, você poderá fazer qualquer exercício que desejar.
Se você está tentando um esporte novo, pergunte-se a si mesmo: “Se eu tiver uma hipo enquanto faço exercício como vou fazer para corrigi-la? Se for difícil tomar ou comer algo eu estaria em perigo ou colocaria outras pessoas em risco?”.
Para não correr o risco de ser surpreendido por uma variação glicemica é importante tomar medidas preventivas e saber como seu corpo trabalha. A glicose fornece combustível para os músculos realizarem os exercícios físicos. Primeiramente a glicose é liberada dos estoques de glicogênio que estão nos músculos. Se você costuma se exercitar, esse glicogênio é utilizado e os músculos têm que pegar essa glicose diretamente da circulação sanguínea. Você precisará de pouca insulina para fazer isso. Ao passo que a glicose do sangue diminui você precisará utilizar a glicose armazenada no seu fígado, e consumir alimentos ricos em carboidrato.
Se você tem muita insulina no corpo, o que é normal no caso de quem precisa tomar insulina diariamente, isso bloqueia a liberação de glicose do fígado. Nesse caso é ainda mais importante que você aumente a quantidade de glicose no sangue ingerindo carboidratos. Depois do exercício o corpo usa a glicose do sangue para re-estocar glicose nos músculos e fígado. Por isso, mesmo horas após fazer atividade física ainda há risco de hipoglicemia.
Há um equilíbrio constante entre combustível que entra (o que você come) e energia gasta (exercício). Para usar esse combustível você precisa de insulina. Vamos olhar o básico:
• Muito carboidrato aumenta a glicose no sangue
• Pouco carboidrato, a glicose no sangue diminui
• Muito exercício diminui a glicose no sangue
• Pouco exercício, a glicose no sangue aumenta
• Muita insulina diminui a glicose no sangue
• Pouca insulina, a glicose no sangue aumenta
Todos os portadores de diabetes têm que equilibrar esses fatores. É importante decidir qual atividade você quer fazer e notar quanto este exercício vai exigir de seu corpo, para então comer a quantidade certa de alimento para ter energia suficiente.
O último fator para ajustar é a quantidade de insulina que você precisa para cobrir a alimentação de um dia de exercício. Algumas pessoas pensam que têm que comer e se exercitar para se encaixar em uma dose fixa de insulina, mas isso é um pensamento antigo. Você pode ajustar sua dose de insulina de acordo com as suas atividades. Converse com o seu médico, educador físico, nutricionista, ou educador em diabetes, e desfrute do prazer e dos benefícios de praticar a atividade física que mais gosta.
Diabetes Focus, South African Diabetes Association
Traduzido e adaptado por:
Claudia Labate e Thais Fungaro
1 de Dezembro de 2009 às 18:13
admin
Veja a reportagem sobre as ações realizadas pela Associação Doces Amigos da Baixada Santista para o “Dia Mundial do Diabetes”. Ações estas coordenadas pela educadaora física e participante do Treinamento para Formação de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ, Dafnne Leque Claudio.
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Nesse dia mundial do diabetes (14/11) marcamos presença em um evento que rolou na USP, uma corrida em prol da prevenção do diabetes.
Foi um sucesso, um dia maravilhoso, com muitos participantes empolgados para as 3 provas que começaram as 17h: corrida 10km, corrida 5km e caminhada 5km.
Não importava o trajeto escolhido, o importante foram tantas pessoas juntas por uma única causa, a Prevenção do Diabetes.
Além de prevenção e dicas sobre atividade física, esse evento incentivou a pratica de exercícios físicos, que tanto contribuem para um melhor controle glicêmico, além de tantos outros ganhos de qualidade de vida.
Foi uma ótima oportunidade também para troca de experiências e reencontro de amigos, pois ao lado deles qualquer atividade fica mais gostosa.
Por Robertha Pereira Navajas
(participante do treinamento para formação de Jovens Líderes em Diabetes – ADJ)
Informações sobre o Dia Mundial do Diabetes em:
www.diamundialdodiabetes.org.br/
www.adj.org.br
30 de Novembro de 2009 às 11:42
admin
BLOG DA ADJ- canal aberto aos jovens
Dia 14 de novembro é a data escolhida pela IDF para chamar atenção de todas as pessoas, governantes, educadores, para a diabetes, que já atinge grande parte da população mundial. Esta doença não escolhe idade, sexo, classe social, etc. Essa data é para conscientizar as pessoas para que se cuidem, mudem seus hábitos de vida, uma vez que mais da metade da população de quem diabetes nem desconfia de que já é portadora da mesma.

CRIANÇAS E JOVENS, FAÇAM USO DO DIET BLOG –DIABETES SEM FRONTEIRAS, utilizando o mesmo como sua ferramenta. Troquem informações, busquem ajuda e apoio. Enviem sugestões que serão analisadas e bem recebidas. Divulguem os conhecimentos que vocês já adquiriram para outros que ainda não os tem. Utilizem a informação como a melhor forma de prevenção tanto para quem ainda não tem como para aqueles que tem a diabetes e que podem vir a ter complicações, se não se conscientizarem de que podem e devem se tratar adequadamente, não se privando de nada. Mostrem que são jovens conscientes e que o fato de ter diabetes não os torna diferentes e nem capacita ninguém a discriminá-los nas escolas e nos ambientes de trabalho. Vamos todos continuar a trabalhar por esta causa que não é minha mas de todos nós.
Abraços a todos
Ione Taiar Fucs
Presidente
Associação de Diabetes Juvenil-ADJ
24 de Novembro de 2009 às 07:57
admin
Ninguém sabe exatamente como eles fazem isso, mas um número crescente de cães está ajudando pessoas com diabetes.
Existe uma organização nos Estados Unidos chamada Dogs for Diabetics (Cães para Diabéticos). Esta organização, sediada na Califórnia, treina cães para responder a quedas acentuadas de glicose no sangue, em seres humanos.
Os cães de assistência, como cães-guia para cegos, cães que “ouvem” para os deficientes auditivos, ou cães que buscam objetos para pessoas em cadeira de rodas, tem ajudado os seres humanos por décadas. Agora temos cães treinados para identificar a hipoglicemia em pessoas com diabetes. Para os cães, é como um jogo, mas para os seres humanos que vivem com eles, os resultados são miraculosos.

A ciência ainda não conseguiu revelar se os cães podem realmente fazer isso.”Nós acreditamos que os cães estão percebendo os odores que são criados por mudanças químicas que acontecem no corpo da pessoa”, acredita Darlene Sullivan, diretora executiva da Canine Partners for Life nos Estados Unidos. O primeiro estudo acadêmico para avaliar quão bem os cães detectam a hipoglicemia está sendo feito por Deborah Wells, da Universidade de Queens, em Belfast, Irlanda do Norte. Se ela verificar que os cães podem alertar para quedas de glicose no sangue, seu próximo projeto será identificar a qual motivação sensorial os cães estão reagindo.
Parte do que é misterioso sobre estes cães é a sua confiabilidade. Treinadores dizem que os cães estão certos em 90 por cento do tempo. Eles também parecem ter uma habilidade que nenhum kit de teste pode oferecer: a capacidade de perceber uma queda perigosa da glicose no sangue antes da queda realmente ocorre. Alguns cães tornam-se tão bons na detecção dos níveis baixos ou altos de glicose no sangue que passam a “diagnosticar” as pessoas ao seu redor. Em um caso, um cão de assistência para diabéticos começou a “cavar” o joelho de uma pessoa estranha. Quando a mulher foi testada, seus níveis de glicose no sangue estavam muito altos e ela foi diagnosticada com diabetes tipo 2.
Um artigo de um jornal britânico, em 2000, despertou o interesse de treinadores de cães e especialistas em diabetes. Ele relatou as experiências de três mulheres diabéticas, uma com diabetes tipo 1 e as outras com tipo 2, cujos cães previram o início de um episódio de hipoglicemia. Os cães mudavam drasticamente o seu comportamento quando sentiram a queda da glicemia de seus donos, pulando, correndo em volta da casa, se escondendo sob cadeiras, empurrando-as para fora da cama, ou colocando a cabeça ou patas no colo de suas donas, até que elas ingerissem carboidratos para normalizar os níveis de glicose.
Uma história pessoal:
Um cientista com diabetes tipo 1, Mark Ruefenacht trabalhava como voluntário no treinamento de cães. Durante uma viagem de negócios, Mark comeu um donut de chocolate antes de dormir e tomou insulina extra para compensar. Mas ele não verificou a glicemia. Benton, um cão que estava treinando para ser um cão-guia, estava com ele naquela noite e percebeu que a glicose de Mark tinha abaixado repentinamente e tentou acordá-lo. Mark ganhou Armstrong, um labrador amarelo cão-guia de cegos, logo percebeu que Armstrong tinha um nariz ótimo para os odores da hipoglicemia. Mark treinou Armstrong para alertar de forma coerente a queda de glicose em seu sangue, mas o cão poderia sentir a baixa de glicemia de outras pessoas? Mark pediu à educadora em diabetes Jeanne Hickey, que também tem diabetes, para vir vestida com as roupas que ela usava em um momento de hipoglicemia. Quando ela entrou no recinto onde estava Armstrong, ele alertou. “Esse foi o nosso grande momento”, disse Mark.
Ele fundou a Dogs for Diabetics ou D4D, como é conhecida, em 2004. No começo, tentou treinar os cães para alertar um valor específico de glicose no sangue, que causa sintomas na maioria das pessoas, mas não conseguiu essa precisão. Os cães, de fato, reconhecem o cheiro emitido quando uma pessoa com diabetes começa a entrar em uma queda rápida da glicose no sangue. Mark percebeu que esta forma era muito mais útil, pois dá tempo para tratar a alteração antes que ela se transforme em uma crise. Agora, após três anos de colocar em atividade os primeiros cães treinados para diabéticos, ele diz: “Os clientes estão voltando dizendo - eu nunca tive um controle tão bom da glicemia na minha vida, antes de ter este cão”.

Donna Cope, mãe de uma criança com diabetes que mora em Miami, diz: “você percebe que vale a pena cada centavo que se gasta e cada minuto que você teve que esperar pelo cão”. Angel sua filha de onze anos tem como guardião um belo Pastor Alemão. Donna diz, “Este cão é incrível. Ele vem correndo até nós no meio da noite com o kit de teste da minha filha em sua boca”.
Mantenha-se em segurança:
Ainda assim, a melhor opção para as pessoas que passam por episódios graves de hipoglicemia é trabalhar com sua equipe de saúde para aprender a ajustar a insulina, a dieta e a atividade física de forma segura. Embora seja óbvio que os cães têm uma capacidade incrível, ainda há muito a ser aprendido sobre como eles percebem a hipoglicemia, portanto, mesmo que você possua um cão para diabéticos ainda precisa se cuidar e fazer exames regulares de glicose no sangue.
Diabetes Focus, Diabetes South Africa, Spring 2009, Issue 59, pages 6-7.
Tradução e adaptação:
Cinthya Ugliara, veterinária formada pela Universidade Metodista de São Paulo.
15 de Novembro de 2009 às 11:40
admin
Nascida em Santos, Carolina Ruff tinha 13 anos quando descobriu que tinha diabetes tipo 1. Sem conhecer praticamente nada sobre o assunto, na época, vivenciou o primeiro dia de aplicação de insulina como um “pesadelo” – conforme ela mesma descreve.
Hoje, aos 17 anos, usa a própria experiência para divulgar informações sobre o assunto entre os jovens, através da internet. Cursando o segundo ano do ensino médio, ela criou uma ONG e um blog, juntamente com colegas da turma.
Na Escola
Tudo começou com um trabalho de grupo interdisciplinar no colégio, no início de 2009. A professora determinou que cada grupo de alunos deveria criar uma organização não-governamental, além de um blog. Após cinco anos, convivendo com o diabetes, Carolina não teve dúvidas sobre qual tema sugerir. Os colegas concordaram.
Era criada, então, a organização não governamental Diet Teens.
O blog, que leva o mesmo nome, surgiu poucos meses depois. Além de Carolina, integram o grupo fundador os colegas Giovana Inchauspe Crancio; Hector de Paula; Felipe Rabello; Steffani Gil; Valmir Vinícius e Luiz Vinícius.
O objetivo, tanto da ONG quanto da página na web, é conscientizar e informar as pessoas sobre o tema. Ambos são direcionados a adolescentes e jovens entre 10 e 20 anos, que tenham diabetes, sobretudo de tipo 1. Dentro do projeto, os membros da organização participam de palestras promovidas por associações de diabetes da Baixada Santista.
Sucesso
O Diet Teens acabou escolhido como o melhor blog e a melhor ONG, entre os trabalhados apresentados pelas turmas do segundo ano do colégio.
O sucesso na região foi tanto que o jornal diário A Tribuna, de Santos, publicou, no dia 29 de setembro de 2009, a reportagem Blog orienta jovens sobre o diabetes, entrevistando Carolina e Valmir Vinícius.
“Nem imaginava que o blog iria ser conhecido por pessoas de fora, que iria aparecer no jornal e muito menos ser entrevistada” – confessa a estudante, que criou o blog através de programas gráficos que aprendeu a usar durante cursos frequentados no Senai.
“Pretendo fazer faculdade de designer gráfico” – conta, revelando que inicia a montar o seu portfólio.
Atualmente, ela é a responsável pela atualização do conteúdo do Diet Teens. Os textos são, em geral, extraídos de outras páginas – como o site e o blog da ADJ (o Diet Blog) – e contêm os créditos e os links para as matérias originais.
O Diet Teens possui ainda um mural de recados; links para vídeos; seção de perguntas e respostas; tabela de programação de eventos do Dia Mundial do Diabetes (14 de novembro) na Baixada Santista; enquete e pesquisa.
- Em época de provas, não tenho muito tempo para colocar novos textos. Porém, pretendo levar o blog adiante – conta Carolina Ruff, que aplica insulina duas vezes por dia.
Autor: Cintia Salomão Castro
Fonte: ADJ
http://www.adj.org.br/site/noticias_read.asp?id=893&tipo=4
14 de Novembro de 2009 às 09:45
admin
No último sábado, dia 17 de outubro, tivemos nosso grupo de jovens de 16 a 25 anos.
O grupo começou com uma dinâmica de entrosamento, onde um participante deveria escolher outra pessoa para fazer uma determinada tarefa. As tarefas renderam boas risadas entre os presentes.
O tema de grupo foi ‘Novidades no Diabetes’. Foi feita uma apresentação das mais novas tecnologias que ainda estão em pesquisa e a cada apresentação se fez uma pausa para discussão entre os presentes, na qual os prós e os contras foram “colocados na balança” e cada um deu a sua opinião sobre o que achava de cada inovação. O objetivo do grupo, que era aprender a olhar os dois lados e também a ver como o outro enxerga uma determinada coisa, foi alcançado com sucesso.
Até o próximo (14/11, 14h)!!!
Por Heloíza Fagundes
26 de Outubro de 2009 às 18:32
admin
Suas dúvidas podem ser esclarecidas na Revista ADJ…
Envie já um e-mail para comunicacao@adj.org.br
com sua pergunta, seu nome, idade e tempo de diabetes.
Os melhores profissionais da área responderão sua dúvida em nossa revista.
25 de Outubro de 2009 às 23:25
admin
Na tarde de sábado (19/09) aconteceu um grupo pequeno, mas super aconchegante de portadores de diabetes maiores de 25 anos. Conhecimento, troca, aprendizagem, amizade, desafios, diabetes, foram algumas das palavras apontadas como motivos para estar alí.
Começamos com uma dinâmica para aproximar os participantes, reencontrar os já conhecidos e integrar os novos. A dinâmica consistia em se apresentar e, ao mesmo tempo, amarrar-se ao barbante que era compartilhado entre os participantes. Para o que inicialmente parecia um emaranhado de barbante, que ligava um ao outro, as ligações surpreendentemente formaram uma estrela. O que deu um toque ainda mais positivo à dinâmica, e nos fez perceber que estávamos lá por um mesmo objetivo, e interagindo em perfeita harmonia. Cabe lembrar que o formato de estrela se associa a sorte e êxito no domínio dos cincos sentidos.
Depois da dinâmica, os participantes foram divididos em dois grupos. Cada grupo elegeu uma dificuldade ou desafio em comum que encontra por ser portador de diabetes, e se encarregou de discutir e apresentar ao outro grupo soluções e experiências para lidar com a situação.

Foi muito marcante o desejo e satisfação que os participantes sentiam ao compartilhar suas experiências como portadores de diabetes. Todos conversavam com a segurança de que os outros os compreenderiam quando falassem do que sentem e que vivenciam tendo diabetes. Coisas simples, desafiadoras, rotineiras, engraçadas, enfim…
Ao final, depois de tanta troca de experiências, todos saíram com a sensação de bem estar, não terminando aí o comprometimento e os laços criados durante o grupo.
Dia 3 de outubro faremos outro grupo especial como esse. Todos estão convidados.
Por Carolina Cavalheiro e Ana Paula Oliveira
26 de Setembro de 2009 às 20:37
admin
No último dia 19 tivemos o grupo de 16 a 25 anos na ADJ. Após a apresentação de todos, tivemos a leitura de alguns textos sobre situações de stress e a compreensão deles a partir da psicóloga da ADJ, Maria Marta.
Todos participaram bastante e puderam compreender os efeitos das diferentes emoções na glicemia.
Por Bruno Pereira e Heloíza Fagundes
23 de Setembro de 2009 às 23:41
admin
A ADJ participou, no último domingo (6 de setembro), do Passeio Ciclístico da Primavera – Ciclos da Natureza, evento organizado pela Iguana Sports e patrocinado pela Bayer Diabetes Care.
O passeio reuniu perto de 4 mil ciclistas, que pedalaram 10 km, saindo do obelisco do Ibirapuera, seguindo pela avenida Rubem Berta e retornando à Assembléia Legislativa. Tudo foi muito divertido e até o clima ajudou: a chuva só começou a cair depois de o passeio ter terminado.
Os voluntários da ADJ participaram do evento a convite da Bayer e gostaram muito da experiência. Para o próximo ano, prometem batalhar para garantir que os mais “preguiçosos” fiquem estimulados a acompanhá-los na empreitada.
O pneu de uma das bikes furou antes da largada, mas a equipe estava preparada….
Diversão desde a véspera
No sábado, véspera do Passeio Ciclístico da Primavera, os ciclistas que foram retirar seus kits de participação no Parque das Bicicletas puderam desfrutar de diversas atividades, como bike indoor, yoga, oficina de bicicleta, massagem. No estande da Bayer, profissionais de saúde realizaram medições de glicemia e orientaram os participantes sobre hábitos de vida saudáveis.
Por Sonia de Castilho
http://www.adj.org.br/site/noticias_read.asp?id=848&tipo=4
12 de Setembro de 2009 às 12:04
admin
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