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Não é somente um grupo de adolescentes! É muito mais do que isso… O grupo não serve apenas para reencontro, conversas, e risadas, ele também é aprendizado, que é muito bom para cada vez mais aprendermos coisas novas!
Este último encontro que tivemos, eu por exemplo, aprendi muitas coisas que nem imaginava! Lá, fazemos novas amizades e percebemos o quanto é legal ter diabetes… Percebemos que não é só a gente que passa por essa dificuldade, que enfrentamos cada vez melhor, com pessoas nos apoiando a hora que quisermos, nos ensinando!
Eu particularmente, amo ir ao reencontro, que acontece todo mês na sede da ADJ. Não espere tanto tempo, prometo que lá você vai se divertir… Venha no próximo, dia 24/04/2010 às 14 horas. Conto com sua presença!!
Nathália Noschese
15 de Março de 2010 às 21:00
admin
No primeiro domingo deste mês, foi realizado um churrasco de comemoração aos 30 anos de parceria ADJ–UNIFESP–NR, a qual tem trazido muitos benefícios para crianças e jovens portadores de diabetes, ensinando e mostrando na prática, de maneira bem descontraída, como ter qualidade de vida. Além dos jovens, o suporte proporcionado aos pais e familiares também é fundamental para que saibam administrar as mudanças que seus filhos terão após o acampamento.
Todos estávamos ansiosos pelo dia 7 de março e pensando positivo, pois o tempo estava meio chuvoso durante toda a semana. No entanto, o clima não poderia ter estado melhor! Céu aberto, muito sol, enfim, ideal para a realização deste magnífico evento.

O local foi chácara muito bonita, com jardins, com campo de futebol e de vôlei, piscina, e tudo divinamente preparado para nos receber, com um delicioso café da manhã, mesas decoradas, profissionais educados e atenciosos.
As pessoas foram chegando aos poucos e logo se sentiram a vontade. Alguns optaram pelo futebol, enquanto outros não queriam perder um minuto de piscina. O dia todo, que apesar de ter contado com uma programação muito intensa, pereceu ter passado em poucos minutos, aconteceu em clima de descontração, diversão e união.
A partir do meio dia foi servido um delicioso almoço com massas, saladas, molhos, espetinhos. Após o almoço houve o famoso show de talentos com a participação especial de acampantes, monitores e acompanhantes, sendo cheio de alegria e emoção.
Depois, assistimos ao vídeo desses 30 anos, que trouxe muitas recordações, e emoção. Após o vídeo, o fundador e diretor geral do acampamento, Dr. Marcos Vivolo, foi homenageado e teve a oportunidade de contar um pouco sobre o nascimento e a evolução dessa parceria de 30 anos. Aproveitou ainda o momento para homenagear alguns profissionais que têm, por muitos anos, colaborado para a realização do acampamento, e as duas acampantes mais antigas presentes, Christiane Polato e Paula Cristina Costa, hoje membros do Conselho de Administração da Associação, e acampantes pela primeira vez em 1986.
Tivemos, então, um momento para fotos com as turmas de acampantes e profissionais das diversas temporadas desses 30 anos.



O encerramento, como tradicional nas temporadas do NR, ocorreu com os monitores, alguns profissionais e o Dr. Marco apresentando a música “Lugar na mesa”.
http://www.youtube.com/watch?v=PiSmi_Vnlec
Resumindo, o dia foi perfeito! E que venham mais 30 anos de acampamento!!!!!!!!!!!!!!!!!

http://www.youtube.com/watch?v=00WckYlvOCQ
Lucas Leme Galastri
Jovem Líder ADJ
Endereço para fotos de Claudia Labate (Jovem Líder ADJ): http://picasaweb.google.com.br/labatinha/Churrasco30AnosADJ?feat=directlink
às 01:56
admin
Os acampamentos para crianças e adolescentes fazem parte da tradição de muitos países, onde já existem há mais de 100 anos. No Brasil, existem desde 1969. Um acampamento tem como objetivo sociabilizar a criança, torná-la independente em relação a seus pais, viver em comunidade, e prepará-la para a futura vida adulta.
E para isso, o acampamento além de entreter a criança com esportes, atividades lúdicas e estimulantes, também lhe atribuir tarefas de responsabilidade, como arrumar suas as camas, manter o refeitório organizado, respeitar os companheiros, e cuidar de seus pertences. Mas e em um acampamento para jovens com diabetes? Como funciona? Quais são os objetivos? E quais são os resultados obtidos?
Há 30 anos, um médico de São Paulo teve a iniciativa de levar pessoas com diabetes para um acampamento, onde passaram alguns dias junto a uma equipe de médicos e enfermeiros. Na época, a situação dos insumos era escassa, mas mesmo assim as edições se sucederam. Ano a ano a proposta do acampamento foi crescendo e ganhando cada vez mais contribuições, profissionais, e claro, acampantes. Em janeiro de 2010 tivemos a 30º edição desse acampamento, ADJ-UNIFESP-NR. Como esperado, foi um sucesso.
O dia a dia no acampamento NR é muito agitado. Todos acordam cedo para aproveitar bem um dia cheio de atividades como: piscina, tirolesa, hover board, pescaria, cavalos, ginásio, salão de jogos, caiaque, pedalinho, cama elástica, touro mecânico, entre outras.
Ao longo dos dias as crianças conseguem tirar muito proveito no que diz respeito ao diabetes. Seja no quarto, no momento da monitorização da glicemia e aplicação da insulina, seja durante a refeição, ou na atividade educativa. Durante a temporada elas percebem que qualquer momento é o momento certo para tirar dúvidas e aprender um pouco mais.
Outro ponto muito importante para esses jovens, é a convivência com outros da sua mesma idade e condição, pois é muito comum crescerem pensando que são os únicos portadores de diabetes do mundo. E ao chegar no acampamento percebem que não é bem assim. Observam aquelas outras pessoas e por vários momentos acabam se esquecendo de que o colega que dorme na cama ao lado também é diabético. Para eles também é um grande estimulo ver os monitores que são mais velhos, servindo como exemplo de que é possível crescer bem, independente de ter ou não diabetes.
Igualmente importante é manter a relação com os outros acampantes após o termino da temporada, e muitas vezes uma amizade iniciada no acampamento, se estende por anos e anos.
E os objetivos que o acampamento deseja alcançar são exatamente esses. Autonomia e responsabilidade referentes ao diabetes, ensinamentos, aprendizagens, se inspirar no exemplo, e conviver com outras pessoas que assim como o jovem, também levam uma vida mais doce.
Heloíza Fagundes
Monitora do acampamento ADJ-UNIFESP-NR
13 de Março de 2010 às 17:11
admin
Para quem não tiver condução própria, teremos onibus que sairão da ADJ às 8h40 no dia do evento. É necessário fazer a reserva, as vagas são limitadas. Informe-se 3675-3266 r. 31 com Paula.
Não esqueça a roupa de banho para a piscina e o tênis para a partida de futebol. Prepare-se também para se apresentar no nosso show de talentos!!!
3 de Março de 2010 às 20:17
admin
A reunião de hoje, dos grupos de 9-11 e 11-16 anos, foi de mais!!!
Todos puderam rever os amigos, lembrar dos melhores momentos do acampamento, e ainda reviver a animação com atividades e competições divertidissimas!!!
Abaixo seguem algumas fotos, que ilustram bem tudo isso…
Juízes
1º Lugar
2º Lugar
Grupos em 3º Lugar
Preparação da Faixa comemorativa para o
churrasco de 30 anos de acampamento!
Grupo de Jovens
Por Mark Barone
28 de Fevereiro de 2010 às 01:07
admin
A Juvenile Diabetes Research Foundation International (JDRF) fez nos últimos meses uma série de anúncios que trazem esperança aos portadores de diabetes. Como revela a própria fundação, “os progressos em direção ao desenvolvimento de um pâncreas artificial, um sistema que pode reduzir o risco de complicações e ajudar a aliviar a carga diária do diabetes tipo 1, é de grande importância, enquanto nos dirigimos para uma cura definitiva”.
“Em janeiro, a JDRF anúnciou uma inovadora parceria com a Animas Corporation, empresa de bombas de insulina do grupo Johnson & Johnson, para desenvolver a primeira geração de pâncreas artificial, que irá ajudar as pessoas com diabetes tipo 1 a terem um melhor controle da sua doença.
Apenas uma semana após o anúncio da parceria com a Animas, a JDRF anunciou uma segunda parceria, desta vez com a BD (Becton, Dickinson and Company), empresa líder global em tecnologia médica. Esta parceria, destinada a desenvolver novos produtos de administração de insulina para melhorar as bombas de insulina. Os avanços na tecnologia da bomba não só levarão a um melhor controle do diabetes e redução do risco de complicações, mas poderão ser incorporados ao pâncreas artificial desenvolvido pela Animas, ou por outras empresas empenhadas em encontrar curas e tratamentos para o diabetes tipo 1.
E na semana passada, um estudo da Universidade de Cambridge, financiado pela JDRF, foi publicado na prestigiosa revista The Lancet. O estudo mostrou que o uso de um sistema de pâncreas artificial durante a noite, em um ambiente hospitalar, pode ajudar crianças e adolescentes a gerenciar melhor o açúcar no sangue, reduzindo o risco de hipoglicemias.”
Para ler mais a respeito das parcerias para o desenvlvimento do pâncreas artificial, a JDRF disponibiliza o seguinte site: www.artificialpancreasproject.com
Fonte: http://www.jdrf.org/index.cfm?fuseaction=home.viewPage&page_id=BDE2E085-1279-CFD5-A7FD580321C04C1C&page_version_id=BDE4AD27-1279-CFD5-A704AA781983480B
Tradução e adaptação: Mark Barone
Veja os vídeos sobre o pâncreas artificial na página FUTURO.
16 de Fevereiro de 2010 às 17:11
admin
Caros amigos,
No próximo dia 23 estarei iniciando mais uma grande jornada em minha vida esportiva. E é a maior de todas até hoje. Estarei participando na Ultramaratona BR135 (www.brazil135.com.br).
Com uma distância de 135 Milhas (217 Km) a serem percorridos em até 60 horas a BR 135 Ultra é considerada a prova mais difícil do Brasil. Toda realizada nas montanhas da Serra da Mantiqueira no estado de Minas Gerais, esta prova criada pelo ultramaratonista Mario Lacerda, acontece no trecho de maior dificuldade do Caminho da Fé e está em sua quarta edição.
A BR 135 Ultra faz parte da Copa do Mundo de Corridas de 135 Milhas -”BAD135 World Cup” - uma iniciativa da empresa americana AdventureCorps promotora da corrida Badwater 135 no Deserto do Vale da Morte na Califórnia - EUA que é dirigida por Chris Kostman. Esta Copa do Mundo de corridas em ambientes de máxima dificuldade já é considerada a série mais difícil do planeta.
A BR 135 Ultra é extremamente difícil porque é toda realizada nas montanhas da Serra da Mantiquiera, e apenas 20 dos 217 km de toda a corrida são planos.
Para saberem como estou indo, irei usar tecnologia de informação (minha profissão) para mante-los informados. Acessando o meu blog (www.bellon.com.br) vocês terão acesso aos posts do meu Twitter e outras informações que irei colocando a medida que avanço na corrida. E o mais interessante vai ser a possibilidade de me seguir “ao vivo”. Estarei usando um rastreador pessoal que indicará minha localização em um mapa. Ao acessar meu blog vocês verão um post explicando como isso irá funcionar. Também com relação a tecnologia, quem quiser me mandar mensagens de apoio é só enviar email para bellon@hotmail.com que receberei diretamente no meu celular.
Espero conseguir atingir meu objetivo e fazer o que a organização nos pede: “mantenha-se sorrindo”.
“Alguns querem, mas não podem. Outros podem, mas não querem” (não sei quem escreveu isso, mas é legal).
Eu quero e posso!!!
Bjos e abs,
Marcelo Bellon
19 de Janeiro de 2010 às 20:23
admin
ADJ realiza grande encontro em comemoração aos 30 anos de Acampamento
Se você participou de alguma temporada do Acampamento de Férias ADJ – Unifesp esta é a chance que faltava para você reencontrar os amigos.
No dia 7 de março de 2010, a ADJ irá realizar um evento para reunir toda a moçada e os profissionais de saúde que passaram pelo Acampamento nesses 30 anos.
Será um churrasco com muita animação, em uma charmosa chácara em Cotia, próximo a São Paulo.
Café da manhã
Churrasco
Mesa de Saladas
Mesa de Frutas
Piscina
Música
Se você já esteve em alguma das temporadas ADJ-UNIFESP-NR entre 1980 e 2010, venha participar!!!
Se tiver fotos de quando participou, envie para nós - comunicacao@adj.org.br
Reserve já seu abadá através do telefone: (11) 3675-3266 Ramal 31, ou comunicacao@adj.org.br
11 de Janeiro de 2010 às 13:11
admin
Você sabia que a prática regular de yoga pode reduzir as taxas glicêmicas, diminuir a pressão arterial, auxiliar na perda de peso e ajudar a manter a calma e paz interior?
Já é bem sabido que as atividades físicas são importantes para o controle do diabetes, além de serem uma forma natural de manter o peso adequado e tratar problemas cardíacos.
Mas há alguma coisa especial sobre a antiga arte de yoga. As posturas têm sido utilizadas por milênios para tratar doença, e os efeitos continuam sendo relevantes. As posturas de yoga podem, para a maioria das pessoas, ajudar a controlar as causas do diabetes do tipo 2.
Pesquisas
A yoga reduz o nível glicêmico devido ao esforço muscular. Pesquisadores do Departamento do Laboratório, no Central Research Institute for Yoga, em Delhi, na Índia, estudaram os efeitos da yoga em 149 portadores de diabetes não dependentes de insulina. 69% deles mostraram uma boa resposta ao tratamento. Os pesquisadores concluíram que a yoga é uma simples e econômica terapia para os portadores de diabetes não dependentes de insulina.
Em outro estudo, realizado pelo departamento de Psicologia do All India Institute of Medical Sciences, em Nova Delhi, cada voluntário praticou as posturas abaixo por cinco dias da semana, com intervalo de dois dias. Os exames de sangue mostram efeito cumulativos da yoga, melhorando a sensibilidade dos indivíduos à glicose.
Posturas praticadas:
Dhanurasana (postura do arco), Matsvendrasana (torção lateral) Hasalana (meio arado, ou seja, com os pés acima a cabeça), Vajrasana (postura sentada com o corpo dobrado para trás), Naukasana (postura do barco), Bhujangasana (cobra), Setubandhasana (ponte) e Pavanamuktasana (vento).
Por que a yoga funciona?
A maioria dos estudos têm tentado mostrar os mecanismos pelos quais a yoga tem levado ao sucesso no tratamento do diabetes. Uma das chaves, além do trabalho físico, parece estar na redução do estresse. O estresse dificulta o controle do diabetes porque pode levar à elevação dos níveis glicêmicos e favorecer o desenvolvimento de algumas complicações, em especial cardiovasculares. Yoga e meditação são, certamente, duas das melhores práticas para redução do estresse.
Boa notícia
A boa notícia é que a prática da yoga pode ser realizada por qualquer pessoa, independente da idade e peso. Há ótimos professores de yoga e muitos livros a respeito. Além disso, não é uma prática cara. Tudo o que é preciso para praticar yoga é: vestir-se com roupa confortável, música calma, talvez um colchonete, e se reservar uma hora, três vezes por semana.
Fonte: Diabetes Focus, an official publication of Diabetes South Africa. Issue 57, 2009, p. 32-33.
Traduzido e adaptado por Vanessa Pirolo e Mark Barone
29 de Dezembro de 2009 às 22:16
admin
Portanto, deixe a preguiça de lado e mexa-se! Escolha uma atividade ou esporte que você goste, matricule-se em uma academia ou comece a caminhar, andar de bicicleta, nadar ou até correr.
Você e outros, como seu treinador, precisarão saber que pode ser necessário que você precise comer algo açucarado antes de praticar esporte, e talvez durante a prática também. Tenha em mente que nenhuma atividade física está proibida para pessoas com diabetes, você só deve tomar mais cuidado. Com um pré-planejamento, experiências aos poucos adquiridas, e um bom diálogo com seu treinador e seu médico, você poderá fazer qualquer exercício que desejar.
Se você está tentando um esporte novo, pergunte-se a si mesmo: “Se eu tiver uma hipo enquanto faço exercício como vou fazer para corrigi-la? Se for difícil tomar ou comer algo eu estaria em perigo ou colocaria outras pessoas em risco?”.
Para não correr o risco de ser surpreendido por uma variação glicemica é importante tomar medidas preventivas e saber como seu corpo trabalha. A glicose fornece combustível para os músculos realizarem os exercícios físicos. Primeiramente a glicose é liberada dos estoques de glicogênio que estão nos músculos. Se você costuma se exercitar, esse glicogênio é utilizado e os músculos têm que pegar essa glicose diretamente da circulação sanguínea. Você precisará de pouca insulina para fazer isso. Ao passo que a glicose do sangue diminui você precisará utilizar a glicose armazenada no seu fígado, e consumir alimentos ricos em carboidrato.
Se você tem muita insulina no corpo, o que é normal no caso de quem precisa tomar insulina diariamente, isso bloqueia a liberação de glicose do fígado. Nesse caso é ainda mais importante que você aumente a quantidade de glicose no sangue ingerindo carboidratos. Depois do exercício o corpo usa a glicose do sangue para re-estocar glicose nos músculos e fígado. Por isso, mesmo horas após fazer atividade física ainda há risco de hipoglicemia.
Há um equilíbrio constante entre combustível que entra (o que você come) e energia gasta (exercício). Para usar esse combustível você precisa de insulina. Vamos olhar o básico:
• Muito carboidrato aumenta a glicose no sangue
• Pouco carboidrato, a glicose no sangue diminui
• Muito exercício diminui a glicose no sangue
• Pouco exercício, a glicose no sangue aumenta
• Muita insulina diminui a glicose no sangue
• Pouca insulina, a glicose no sangue aumenta
Todos os portadores de diabetes têm que equilibrar esses fatores. É importante decidir qual atividade você quer fazer e notar quanto este exercício vai exigir de seu corpo, para então comer a quantidade certa de alimento para ter energia suficiente.
O último fator para ajustar é a quantidade de insulina que você precisa para cobrir a alimentação de um dia de exercício. Algumas pessoas pensam que têm que comer e se exercitar para se encaixar em uma dose fixa de insulina, mas isso é um pensamento antigo. Você pode ajustar sua dose de insulina de acordo com as suas atividades. Converse com o seu médico, educador físico, nutricionista, ou educador em diabetes, e desfrute do prazer e dos benefícios de praticar a atividade física que mais gosta.
Diabetes Focus, South African Diabetes Association
Traduzido e adaptado por:
Claudia Labate e Thais Fungaro
1 de Dezembro de 2009 às 18:13
admin
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