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Para quem não tiver condução própria, teremos onibus que sairão da ADJ às 8h40 no dia do evento. É necessário fazer a reserva, as vagas são limitadas. Informe-se 3675-3266 r. 31 com Paula.
Não esqueça a roupa de banho para a piscina e o tênis para a partida de futebol. Prepare-se também para se apresentar no nosso show de talentos!!!
3 de Março de 2010 às 20:17
admin
A reunião de hoje, dos grupos de 9-11 e 11-16 anos, foi de mais!!!
Todos puderam rever os amigos, lembrar dos melhores momentos do acampamento, e ainda reviver a animação com atividades e competições divertidissimas!!!
Abaixo seguem algumas fotos, que ilustram bem tudo isso…
Juízes
1º Lugar
2º Lugar
Grupos em 3º Lugar
Preparação da Faixa comemorativa para o
churrasco de 30 anos de acampamento!
Grupo de Jovens
Por Mark Barone
28 de Fevereiro de 2010 às 01:07
admin
A Juvenile Diabetes Research Foundation International (JDRF) fez nos últimos meses uma série de anúncios que trazem esperança aos portadores de diabetes. Como revela a própria fundação, “os progressos em direção ao desenvolvimento de um pâncreas artificial, um sistema que pode reduzir o risco de complicações e ajudar a aliviar a carga diária do diabetes tipo 1, é de grande importância, enquanto nos dirigimos para uma cura definitiva”.
“Em janeiro, a JDRF anúnciou uma inovadora parceria com a Animas Corporation, empresa de bombas de insulina do grupo Johnson & Johnson, para desenvolver a primeira geração de pâncreas artificial, que irá ajudar as pessoas com diabetes tipo 1 a terem um melhor controle da sua doença.
Apenas uma semana após o anúncio da parceria com a Animas, a JDRF anunciou uma segunda parceria, desta vez com a BD (Becton, Dickinson and Company), empresa líder global em tecnologia médica. Esta parceria, destinada a desenvolver novos produtos de administração de insulina para melhorar as bombas de insulina. Os avanços na tecnologia da bomba não só levarão a um melhor controle do diabetes e redução do risco de complicações, mas poderão ser incorporados ao pâncreas artificial desenvolvido pela Animas, ou por outras empresas empenhadas em encontrar curas e tratamentos para o diabetes tipo 1.
E na semana passada, um estudo da Universidade de Cambridge, financiado pela JDRF, foi publicado na prestigiosa revista The Lancet. O estudo mostrou que o uso de um sistema de pâncreas artificial durante a noite, em um ambiente hospitalar, pode ajudar crianças e adolescentes a gerenciar melhor o açúcar no sangue, reduzindo o risco de hipoglicemias.”
Para ler mais a respeito das parcerias para o desenvlvimento do pâncreas artificial, a JDRF disponibiliza o seguinte site: www.artificialpancreasproject.com
Fonte: http://www.jdrf.org/index.cfm?fuseaction=home.viewPage&page_id=BDE2E085-1279-CFD5-A7FD580321C04C1C&page_version_id=BDE4AD27-1279-CFD5-A704AA781983480B
Tradução e adaptação: Mark Barone
Veja os vídeos sobre o pâncreas artificial na página FUTURO.
16 de Fevereiro de 2010 às 17:11
admin
Caros amigos,
No próximo dia 23 estarei iniciando mais uma grande jornada em minha vida esportiva. E é a maior de todas até hoje. Estarei participando na Ultramaratona BR135 (www.brazil135.com.br).
Com uma distância de 135 Milhas (217 Km) a serem percorridos em até 60 horas a BR 135 Ultra é considerada a prova mais difícil do Brasil. Toda realizada nas montanhas da Serra da Mantiqueira no estado de Minas Gerais, esta prova criada pelo ultramaratonista Mario Lacerda, acontece no trecho de maior dificuldade do Caminho da Fé e está em sua quarta edição.
A BR 135 Ultra faz parte da Copa do Mundo de Corridas de 135 Milhas -”BAD135 World Cup” - uma iniciativa da empresa americana AdventureCorps promotora da corrida Badwater 135 no Deserto do Vale da Morte na Califórnia - EUA que é dirigida por Chris Kostman. Esta Copa do Mundo de corridas em ambientes de máxima dificuldade já é considerada a série mais difícil do planeta.
A BR 135 Ultra é extremamente difícil porque é toda realizada nas montanhas da Serra da Mantiquiera, e apenas 20 dos 217 km de toda a corrida são planos.
Para saberem como estou indo, irei usar tecnologia de informação (minha profissão) para mante-los informados. Acessando o meu blog (www.bellon.com.br) vocês terão acesso aos posts do meu Twitter e outras informações que irei colocando a medida que avanço na corrida. E o mais interessante vai ser a possibilidade de me seguir “ao vivo”. Estarei usando um rastreador pessoal que indicará minha localização em um mapa. Ao acessar meu blog vocês verão um post explicando como isso irá funcionar. Também com relação a tecnologia, quem quiser me mandar mensagens de apoio é só enviar email para bellon@hotmail.com que receberei diretamente no meu celular.
Espero conseguir atingir meu objetivo e fazer o que a organização nos pede: “mantenha-se sorrindo”.
“Alguns querem, mas não podem. Outros podem, mas não querem” (não sei quem escreveu isso, mas é legal).
Eu quero e posso!!!
Bjos e abs,
Marcelo Bellon
19 de Janeiro de 2010 às 20:23
admin
ADJ realiza grande encontro em comemoração aos 30 anos de Acampamento
Se você participou de alguma temporada do Acampamento de Férias ADJ – Unifesp esta é a chance que faltava para você reencontrar os amigos.
No dia 7 de março de 2010, a ADJ irá realizar um evento para reunir toda a moçada e os profissionais de saúde que passaram pelo Acampamento nesses 30 anos.
Será um churrasco com muita animação, em uma charmosa chácara em Cotia, próximo a São Paulo.
Café da manhã
Churrasco
Mesa de Saladas
Mesa de Frutas
Piscina
Música
Se você já esteve em alguma das temporadas ADJ-UNIFESP-NR entre 1980 e 2010, venha participar!!!
Se tiver fotos de quando participou, envie para nós - comunicacao@adj.org.br
Reserve já seu abadá através do telefone: (11) 3675-3266 Ramal 31, ou comunicacao@adj.org.br
11 de Janeiro de 2010 às 13:11
admin
Você sabia que a prática regular de yoga pode reduzir as taxas glicêmicas, diminuir a pressão arterial, auxiliar na perda de peso e ajudar a manter a calma e paz interior?
Já é bem sabido que as atividades físicas são importantes para o controle do diabetes, além de serem uma forma natural de manter o peso adequado e tratar problemas cardíacos.
Mas há alguma coisa especial sobre a antiga arte de yoga. As posturas têm sido utilizadas por milênios para tratar doença, e os efeitos continuam sendo relevantes. As posturas de yoga podem, para a maioria das pessoas, ajudar a controlar as causas do diabetes do tipo 2.
Pesquisas
A yoga reduz o nível glicêmico devido ao esforço muscular. Pesquisadores do Departamento do Laboratório, no Central Research Institute for Yoga, em Delhi, na Índia, estudaram os efeitos da yoga em 149 portadores de diabetes não dependentes de insulina. 69% deles mostraram uma boa resposta ao tratamento. Os pesquisadores concluíram que a yoga é uma simples e econômica terapia para os portadores de diabetes não dependentes de insulina.
Em outro estudo, realizado pelo departamento de Psicologia do All India Institute of Medical Sciences, em Nova Delhi, cada voluntário praticou as posturas abaixo por cinco dias da semana, com intervalo de dois dias. Os exames de sangue mostram efeito cumulativos da yoga, melhorando a sensibilidade dos indivíduos à glicose.
Posturas praticadas:
Dhanurasana (postura do arco), Matsvendrasana (torção lateral) Hasalana (meio arado, ou seja, com os pés acima a cabeça), Vajrasana (postura sentada com o corpo dobrado para trás), Naukasana (postura do barco), Bhujangasana (cobra), Setubandhasana (ponte) e Pavanamuktasana (vento).
Por que a yoga funciona?
A maioria dos estudos têm tentado mostrar os mecanismos pelos quais a yoga tem levado ao sucesso no tratamento do diabetes. Uma das chaves, além do trabalho físico, parece estar na redução do estresse. O estresse dificulta o controle do diabetes porque pode levar à elevação dos níveis glicêmicos e favorecer o desenvolvimento de algumas complicações, em especial cardiovasculares. Yoga e meditação são, certamente, duas das melhores práticas para redução do estresse.
Boa notícia
A boa notícia é que a prática da yoga pode ser realizada por qualquer pessoa, independente da idade e peso. Há ótimos professores de yoga e muitos livros a respeito. Além disso, não é uma prática cara. Tudo o que é preciso para praticar yoga é: vestir-se com roupa confortável, música calma, talvez um colchonete, e se reservar uma hora, três vezes por semana.
Fonte: Diabetes Focus, an official publication of Diabetes South Africa. Issue 57, 2009, p. 32-33.
Traduzido e adaptado por Vanessa Pirolo e Mark Barone
29 de Dezembro de 2009 às 22:16
admin
Portanto, deixe a preguiça de lado e mexa-se! Escolha uma atividade ou esporte que você goste, matricule-se em uma academia ou comece a caminhar, andar de bicicleta, nadar ou até correr.
Você e outros, como seu treinador, precisarão saber que pode ser necessário que você precise comer algo açucarado antes de praticar esporte, e talvez durante a prática também. Tenha em mente que nenhuma atividade física está proibida para pessoas com diabetes, você só deve tomar mais cuidado. Com um pré-planejamento, experiências aos poucos adquiridas, e um bom diálogo com seu treinador e seu médico, você poderá fazer qualquer exercício que desejar.
Se você está tentando um esporte novo, pergunte-se a si mesmo: “Se eu tiver uma hipo enquanto faço exercício como vou fazer para corrigi-la? Se for difícil tomar ou comer algo eu estaria em perigo ou colocaria outras pessoas em risco?”.
Para não correr o risco de ser surpreendido por uma variação glicemica é importante tomar medidas preventivas e saber como seu corpo trabalha. A glicose fornece combustível para os músculos realizarem os exercícios físicos. Primeiramente a glicose é liberada dos estoques de glicogênio que estão nos músculos. Se você costuma se exercitar, esse glicogênio é utilizado e os músculos têm que pegar essa glicose diretamente da circulação sanguínea. Você precisará de pouca insulina para fazer isso. Ao passo que a glicose do sangue diminui você precisará utilizar a glicose armazenada no seu fígado, e consumir alimentos ricos em carboidrato.
Se você tem muita insulina no corpo, o que é normal no caso de quem precisa tomar insulina diariamente, isso bloqueia a liberação de glicose do fígado. Nesse caso é ainda mais importante que você aumente a quantidade de glicose no sangue ingerindo carboidratos. Depois do exercício o corpo usa a glicose do sangue para re-estocar glicose nos músculos e fígado. Por isso, mesmo horas após fazer atividade física ainda há risco de hipoglicemia.
Há um equilíbrio constante entre combustível que entra (o que você come) e energia gasta (exercício). Para usar esse combustível você precisa de insulina. Vamos olhar o básico:
• Muito carboidrato aumenta a glicose no sangue
• Pouco carboidrato, a glicose no sangue diminui
• Muito exercício diminui a glicose no sangue
• Pouco exercício, a glicose no sangue aumenta
• Muita insulina diminui a glicose no sangue
• Pouca insulina, a glicose no sangue aumenta
Todos os portadores de diabetes têm que equilibrar esses fatores. É importante decidir qual atividade você quer fazer e notar quanto este exercício vai exigir de seu corpo, para então comer a quantidade certa de alimento para ter energia suficiente.
O último fator para ajustar é a quantidade de insulina que você precisa para cobrir a alimentação de um dia de exercício. Algumas pessoas pensam que têm que comer e se exercitar para se encaixar em uma dose fixa de insulina, mas isso é um pensamento antigo. Você pode ajustar sua dose de insulina de acordo com as suas atividades. Converse com o seu médico, educador físico, nutricionista, ou educador em diabetes, e desfrute do prazer e dos benefícios de praticar a atividade física que mais gosta.
Diabetes Focus, South African Diabetes Association
Traduzido e adaptado por:
Claudia Labate e Thais Fungaro
1 de Dezembro de 2009 às 18:13
admin
Veja a reportagem sobre as ações realizadas pela Associação Doces Amigos da Baixada Santista para o “Dia Mundial do Diabetes”. Ações estas coordenadas pela educadaora física e participante do Treinamento para Formação de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ, Dafnne Leque Claudio.
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Nesse dia mundial do diabetes (14/11) marcamos presença em um evento que rolou na USP, uma corrida em prol da prevenção do diabetes.
Foi um sucesso, um dia maravilhoso, com muitos participantes empolgados para as 3 provas que começaram as 17h: corrida 10km, corrida 5km e caminhada 5km.
Não importava o trajeto escolhido, o importante foram tantas pessoas juntas por uma única causa, a Prevenção do Diabetes.
Além de prevenção e dicas sobre atividade física, esse evento incentivou a pratica de exercícios físicos, que tanto contribuem para um melhor controle glicêmico, além de tantos outros ganhos de qualidade de vida.
Foi uma ótima oportunidade também para troca de experiências e reencontro de amigos, pois ao lado deles qualquer atividade fica mais gostosa.
Por Robertha Pereira Navajas
(participante do treinamento para formação de Jovens Líderes em Diabetes – ADJ)
Informações sobre o Dia Mundial do Diabetes em:
www.diamundialdodiabetes.org.br/
www.adj.org.br
30 de Novembro de 2009 às 11:42
admin
BLOG DA ADJ- canal aberto aos jovens
Dia 14 de novembro é a data escolhida pela IDF para chamar atenção de todas as pessoas, governantes, educadores, para a diabetes, que já atinge grande parte da população mundial. Esta doença não escolhe idade, sexo, classe social, etc. Essa data é para conscientizar as pessoas para que se cuidem, mudem seus hábitos de vida, uma vez que mais da metade da população de quem diabetes nem desconfia de que já é portadora da mesma.

CRIANÇAS E JOVENS, FAÇAM USO DO DIET BLOG –DIABETES SEM FRONTEIRAS, utilizando o mesmo como sua ferramenta. Troquem informações, busquem ajuda e apoio. Enviem sugestões que serão analisadas e bem recebidas. Divulguem os conhecimentos que vocês já adquiriram para outros que ainda não os tem. Utilizem a informação como a melhor forma de prevenção tanto para quem ainda não tem como para aqueles que tem a diabetes e que podem vir a ter complicações, se não se conscientizarem de que podem e devem se tratar adequadamente, não se privando de nada. Mostrem que são jovens conscientes e que o fato de ter diabetes não os torna diferentes e nem capacita ninguém a discriminá-los nas escolas e nos ambientes de trabalho. Vamos todos continuar a trabalhar por esta causa que não é minha mas de todos nós.
Abraços a todos
Ione Taiar Fucs
Presidente
Associação de Diabetes Juvenil-ADJ
24 de Novembro de 2009 às 07:57
admin
Ninguém sabe exatamente como eles fazem isso, mas um número crescente de cães está ajudando pessoas com diabetes.
Existe uma organização nos Estados Unidos chamada Dogs for Diabetics (Cães para Diabéticos). Esta organização, sediada na Califórnia, treina cães para responder a quedas acentuadas de glicose no sangue, em seres humanos.
Os cães de assistência, como cães-guia para cegos, cães que “ouvem” para os deficientes auditivos, ou cães que buscam objetos para pessoas em cadeira de rodas, tem ajudado os seres humanos por décadas. Agora temos cães treinados para identificar a hipoglicemia em pessoas com diabetes. Para os cães, é como um jogo, mas para os seres humanos que vivem com eles, os resultados são miraculosos.

A ciência ainda não conseguiu revelar se os cães podem realmente fazer isso.”Nós acreditamos que os cães estão percebendo os odores que são criados por mudanças químicas que acontecem no corpo da pessoa”, acredita Darlene Sullivan, diretora executiva da Canine Partners for Life nos Estados Unidos. O primeiro estudo acadêmico para avaliar quão bem os cães detectam a hipoglicemia está sendo feito por Deborah Wells, da Universidade de Queens, em Belfast, Irlanda do Norte. Se ela verificar que os cães podem alertar para quedas de glicose no sangue, seu próximo projeto será identificar a qual motivação sensorial os cães estão reagindo.
Parte do que é misterioso sobre estes cães é a sua confiabilidade. Treinadores dizem que os cães estão certos em 90 por cento do tempo. Eles também parecem ter uma habilidade que nenhum kit de teste pode oferecer: a capacidade de perceber uma queda perigosa da glicose no sangue antes da queda realmente ocorre. Alguns cães tornam-se tão bons na detecção dos níveis baixos ou altos de glicose no sangue que passam a “diagnosticar” as pessoas ao seu redor. Em um caso, um cão de assistência para diabéticos começou a “cavar” o joelho de uma pessoa estranha. Quando a mulher foi testada, seus níveis de glicose no sangue estavam muito altos e ela foi diagnosticada com diabetes tipo 2.
Um artigo de um jornal britânico, em 2000, despertou o interesse de treinadores de cães e especialistas em diabetes. Ele relatou as experiências de três mulheres diabéticas, uma com diabetes tipo 1 e as outras com tipo 2, cujos cães previram o início de um episódio de hipoglicemia. Os cães mudavam drasticamente o seu comportamento quando sentiram a queda da glicemia de seus donos, pulando, correndo em volta da casa, se escondendo sob cadeiras, empurrando-as para fora da cama, ou colocando a cabeça ou patas no colo de suas donas, até que elas ingerissem carboidratos para normalizar os níveis de glicose.
Uma história pessoal:
Um cientista com diabetes tipo 1, Mark Ruefenacht trabalhava como voluntário no treinamento de cães. Durante uma viagem de negócios, Mark comeu um donut de chocolate antes de dormir e tomou insulina extra para compensar. Mas ele não verificou a glicemia. Benton, um cão que estava treinando para ser um cão-guia, estava com ele naquela noite e percebeu que a glicose de Mark tinha abaixado repentinamente e tentou acordá-lo. Mark ganhou Armstrong, um labrador amarelo cão-guia de cegos, logo percebeu que Armstrong tinha um nariz ótimo para os odores da hipoglicemia. Mark treinou Armstrong para alertar de forma coerente a queda de glicose em seu sangue, mas o cão poderia sentir a baixa de glicemia de outras pessoas? Mark pediu à educadora em diabetes Jeanne Hickey, que também tem diabetes, para vir vestida com as roupas que ela usava em um momento de hipoglicemia. Quando ela entrou no recinto onde estava Armstrong, ele alertou. “Esse foi o nosso grande momento”, disse Mark.
Ele fundou a Dogs for Diabetics ou D4D, como é conhecida, em 2004. No começo, tentou treinar os cães para alertar um valor específico de glicose no sangue, que causa sintomas na maioria das pessoas, mas não conseguiu essa precisão. Os cães, de fato, reconhecem o cheiro emitido quando uma pessoa com diabetes começa a entrar em uma queda rápida da glicose no sangue. Mark percebeu que esta forma era muito mais útil, pois dá tempo para tratar a alteração antes que ela se transforme em uma crise. Agora, após três anos de colocar em atividade os primeiros cães treinados para diabéticos, ele diz: “Os clientes estão voltando dizendo - eu nunca tive um controle tão bom da glicemia na minha vida, antes de ter este cão”.

Donna Cope, mãe de uma criança com diabetes que mora em Miami, diz: “você percebe que vale a pena cada centavo que se gasta e cada minuto que você teve que esperar pelo cão”. Angel sua filha de onze anos tem como guardião um belo Pastor Alemão. Donna diz, “Este cão é incrível. Ele vem correndo até nós no meio da noite com o kit de teste da minha filha em sua boca”.
Mantenha-se em segurança:
Ainda assim, a melhor opção para as pessoas que passam por episódios graves de hipoglicemia é trabalhar com sua equipe de saúde para aprender a ajustar a insulina, a dieta e a atividade física de forma segura. Embora seja óbvio que os cães têm uma capacidade incrível, ainda há muito a ser aprendido sobre como eles percebem a hipoglicemia, portanto, mesmo que você possua um cão para diabéticos ainda precisa se cuidar e fazer exames regulares de glicose no sangue.
Diabetes Focus, Diabetes South Africa, Spring 2009, Issue 59, pages 6-7.
Tradução e adaptação:
Cinthya Ugliara, veterinária formada pela Universidade Metodista de São Paulo.
15 de Novembro de 2009 às 11:40
admin
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