Atividades na América Latina

Reportagem: Flavia Garcia Reis

A sala da Oficina Latino-Americana fez uma relação de compromissos assumidos por cada país até a próxima oficina, em 2009. A Sra. Rosário García orienta que os países precisam de um modelo de educação unificado, mesmo em casos de países muito grandes e diversificados como o Brasil, tendo os princípios básicos iguais. Além disso, ela afirma que as pessoas com diabetes são muito potenciais para participar do processo de educação. “É importante ainda que todos os grupos de educação tenham um profissional formado pela IDF”, afirma.

Os participantes de cada país apontaram alguns compromissos bastante possíveis e outros ambiciosos, ou com metas e prazos muito estreitos. Nestes casos os senhores Edwin Jimenéz Sancho, Sussana Feria de Campanella (ambos da IDF-Saca) e Rosário García orientaram os grupos para estabelecerem metas mais fáceis de serem cumpridas nestes dois anos.

Certos países já possuem a formação e certificação de educadores conforme o modelo da IDF e pretendem continuar as atividades desenvolvidas e ampliar a divulgação da educação de forma a atingir um maior número de pacientes. Abaixo seguem os compromissos assumidos por alguns países da américa latina:

Uruguai – unir a sociedade científica com as associações e atuar com base no modelo de formação de educadores da IDF para formar um educador em cada distrito, iniciando o curso no segundo semestre de 2007.

Brasil – estruturar um programa nacional de educação em diabetes, adaptável a cada região, junto com os ministério da Saúde (MS) e da Educação e Cultura (MEC). Está sendo criada a Relad Brasil (com a nomeação dos consultores) e, os participantes desta oficina, estão redigindo e analisando as propostas para este programa.

Nicarágua – revisar o programa existente no país (com grupos formados por endocrinologista, psicólogo, nutricionista e voluntário) e incorporar pessoas com diabetes na capacitação.

Porto Rico – atualizar o currículo de ensino para oferecer um curso de educador em diabetes, antes do final do ano 2008 e estabelecer, por escrito, um acordo com as entidades e o governo.

Colômbia – submeter á IDF-Saca o trabalho existente no país para que este seja validado e permitir que outros países possam utilizá-lo, certificar os profissionais e oferecer um estudo piloto de capacitação da educação latino-americana.

Equador – buscar aliança com as unidades de endocrinologia e criar uma equipe de trabalho multidisciplinar que atuará de acordo com os moldes da IDF, neste primeiro ano, para que esta equipe dissemine a educação em diabetes por todo o país, instruíndo e formando equipes.

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One Response to “Atividades na América Latina”

  1. ILDEMAR LIMA MOREIRA disse:

    Prezado diretor da ADJ,
    Nesta oportunidade quero cumprimentar pelo excelente trabalho desenvolvido por esta instituição, é uma pena que nós que moramos no Estado do Ceará não podemos usufruir dessa entidade, que presta relevantes serviços aos portadores de Diabétes em São Paulo. Seria muito bom de ADJ podesse ter em cada Estado da Federação uma filial, para mostrar aos órgão públicos que se dizem prestadores de serviços aos diabéticos e no entanto, não dão a menor assistência aos Diabéticos.
    No Ceará existe o centro de diabéticos, porém é um órgão do governo e presta um serviço de péssima qualidade.
    Fico cheio de vontade de participar de todos os movimentos, campanhas, seminários, simpósios oferecidos pela ADJ aos seus associados.
    Mas quem sabe um dia essa grande associação possa ter uma filial em cada Estado da Federação.
    Tenho fé em Deus, que isso vai acontecer.
    Que Deus abençõe esse grande Diretor da ADJ e a todos que compõem essa maravilhosa equipe, desde os mais simples aos mais importantes.
    ILDEMAR LIMA MOREIRA
    Fortaleza, 14 de setembro de 2007

    Obs: Sou leitor do jornal e fico maravilhado com todas as notícias.

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